Dicas para quem quer ir à Tailândia

A Tailândia sempre fez parte da lista.

Uma espécie de “bucket list” para viagens obrigatórias. Já o disse noutro post, há quem queira um carro topo de gama, eu quero viajar.

O primeiro conselho que dou é tratar tudo com tempo, assim com um ou ou dois meses de antecedência, até porque parece que a viagem começa logo ali, são umas boas semanas a gozar a excitação.

Definidos os dias de férias segue-se o próximo passo, no nosso caso, foram 17 dias.

Lá em casa, no que toca a Ásia, tratamos tudo nós, online. Portanto começamos pelos sites que são obrigatórios na pesquisa de voos.

  • Skyscanner
  • Edreams
  • Momondo
  • Os próprios sites das companhia que querem, até porque voos low cost nem sempre aparecem como por exemplo a Air Asia, para os voos entre destinos asiáticos.

Antes de chegarmos à Tailândia passamos por Hong Kong, por isso de lá até às ilhas no mar da China, Koh Samui (a nossa primeira paragem na Tailândia) foi com a Bangkok Airways, são pouco mais de 3 horas. A verdade é que Koh Samui era ponto de passagem, ficamos apenas um dia, para depois seguir para Koh Phangan. Em Koh Samui sugerimos este pequeno hotel, Kirati Beach Resort,  é praticamente em cima da praia, fica em Choeng Mon Beach, e por favor, obrigatório ficar num bungallow, é tão adorável, quase todo de bambu. Chegamos de noite não deu para ter bem a noção do paraíso onde estávamos, a um passo da areia. Acordar com esta vista, tomar pequeno-almoço mesmo ali…

 

Depois do pequeno-almoço, o destino é apanhar um ferry até Koh Phangan, no nosso caso o intuito era fugir à célebre “Full Moon Party”, é shot de tequilha a mais para mim, sendo assim, aproveitamos uma promoção que encontramos na Trivago e ficamos no que é até hoje, o melhor hotel onde alguma vez estive. Chama-se Santhiya Koh Phangan Resort & Spa, e é um verdadeiro sonho, fica numa das extremidades da praia de Thong Nai Pan Noi, com praia privativa e tudo.

Na verdade o melhor é passar para o outro lado e usufruir de uma língua de praia enorme, e na altura que fui (Maio) até estava com pouca gente. Ao andar até ao fim e virando à direita, há uma vila onde pode fazer compras, restaurantes, farmácia e à noite até há mais alguns bares.

Aqui fica a vista do nosso quarto… acho que vivia lá para sempre.

Custou muito sair de lá… mas havia Koh Phi Phi para conhecer. Primeiro, regressar a Koh Samui, desta vez optamos por um Speedboat privado do hotel, achamos que o preço compensava, e o aproveitamento de tempo também. Segue-se um avião de lá para Krabi( cerca de 30 minutos, um avião de hélices que mais parecia um autocarro voador), e aí novo ferry até às ilhas. Mentalize-se… são cerca de duas horas de viagem.

 

Muitos são aqueles que ficam em Krabi ou Phuket e depois aproveitam uma excursão e vão até as ilhas Phi Phi, sinceramente… quem optou por essa alternativa não ficou com a conhecer essência da ilha. Seguimos o concelho de um amigo e ficamos no antigo Outrigger, hoje tem outro nome, chama-se Phi Phi Island Village Beach Resort, a vista de barco é esta, fica Phak Nam Bay. O segredo é que atrás tem uma vila onde pode fazer as refeições a um preço bem mais barato.

Claro que contratamos alguém que nos mostrasse todas as ilhas e mais algumas, e fizemos snorkling e fomos às compras em Tonsai, e fomos a Maya Beach, Viking Cave, Monkey Beach e a Koh Phi Phi Leh, que é absolutamente deslumbrante.

 

Ainda sobre a Maya Beach, aconselho que vá logo pela manhã, para a experiência não ser estragada pelo mar de turistas que vêm das excursões. Nós fomos logo às 8 da manhã, e já lá estava gente.

Depois de uma semana de muita praia, vamos lá para Bangkok. Ficamos apenas três dias, acho que é o suficiente para conhecer bem, quem anda rápido, como nós, defende os três dias. Ficamos num hotel mais ou menos central, perto dos transportes necessários, e dava para ir a pé até Patpong, e o preço era bastante bom, chama-se Glow Trinity Silom.

Num dos dias fomos ao “floating market”, que vale realmente a pena, no entanto fica o aviso, vocês vão e pagam para ir ao mercado mas no caminho param num sitio onde sugerem viagens em elefantes, é horrível para os animais, horrível. Como se não bastasse ainda vos “obrigam” a ir a uma demonstração de pedras preciosas, ainda é coisa para uma hora perdida. Repito que não sabíamos destas “atracções laterais” a guia só nos iria levar ao “floating market”, enfim… há disto um pouco por todo o lado no mundo.

E ainda ficou tanto por conhecer… chegamos a ir a Koh Lipe, mas foi através da Malásia, sobre essa ilha noutra publicação.

Fica a vontade de voltar… há Krabi para conhecer melhor, Chiang Mai, Koh Tao… e por aí fora.

 

 

 

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