Sri Lanka? Sim… ir já.

A Ásia, assim que se entranha é difícil não querer conhecer mais e mais e mais. Feliz o dia em que decidimos ir ao Sri Lanka. Foi apenas uma semana, mas ficou a vontade de lá regressar em breve para conhecer o Leste e o interior da ilha, e desta vez já com o Vicente.

Primeiro o voo. A Emirates voa para Colombo, apenas com escala no Dubai, recordo que sócios do SLB têm desconto de 10%, confesso que até soube bem.

Chegados a Colombo, o objectivo era ir o mais rápido possível para Tangalle. Decidimos que essa seria a nossa primeira paragem. Como lá chegar? Há quem contrate um driver privado, há muita oferta nesse sentido no Sri Lanka, até para viajar para o interior do país, etc, só terá que ser assegurado o alojamento e a alimentação. Nós optamos pelo comboio até Matara e depois tuk-tuk até Tangalle, para nos deixarmos levar, e era consideravelmente mais barato. Assim que chegamos à estação de comboios de Colombo, bem ao lado do mercado, compramos os bilhetes. Não havia lugares sentados…
Foram perto de 5 horas a pé, entre população e turistas, uma experiência que dificilmente vamos esquecer. Os cheiros, as cores, o som.

Chegados a Matara, seguiram-se mais cerca de 35 km de tuk tuk, faz-se bem 😀 Até porque depois chegamos ao “Palm Paradise Cabanas + Villas

A nossa avaliação para este hotel é de 9 valores em 10, só por causa do wi-fi estar limitado a uma área.
A praia é tudo o que esperamos e mais um pouco.

Próximo destino? Mirissa.
Fomos novamente de tuk tuk, para ao mesmo tempo sentir bem o calor do sri lanka, e a verdade é que é económico.

Aqui em Mirissa sentimos mais “recepção” a turistas. Havia mais pontos de divertimento nesse sentido, ainda assim, se se afastarem um pouco consegue-se fugir disso.
Optámos por um hotel bem perto da praia, bastava atravessar uma estrada. Sim, era bem mais barato que os restantes, chama-se Serenity Resort.

De Mirissa seguimos para Unawatuna, ou não fosse considerada uma das melhores praias do mundo, não resistimos à publicidade e tivemos que ir espreitar.
É bonito sim senhor, mas ainda assim confesso que esperava menos presença ocidental do que daquela que senti. No entanto, ao passear pela praia, e em direcção ao templo budista no topo da falésia, dá para perceber o seu encanto.
Em Unawatuna ficamos no
Thaproban beach house e para além dos quartos serem um charme, tinham um curry rice do outro mundo. Viciei.

Aliás fica o alerta para a comida, é verdadeiramente incrível.

Bom, outra dica de Unawatuna. É bastante fácil ir até Galle, mais uma vez de tuk tuk, onde é mais visível a presença portuguesa na ilha. Foram perto de 100 anos por lá.
Toda a atracção turística de Galle é justamente o forte que o Império Português lá construiu.

Finalmente regresso a Colombo para um voo que nos levaria até Malásia.

Sobre a capital, não é um sitio que recomende uma estadia longa. Um dia é mais do que suficiente.
O passeio pelo paredão é obrigatório. No regresso, ficámos num hostel bem simples, sem ser sensacional, mas que serviu perfeitamente o propósito de abrigo e sensação de segurança, chama-se Backpack Lanka.

Ficou muito da ilha por descobrir.
Preciso de dois regressos: um para o interior, e outro para a parte Leste de toda a costa da ilha.

 

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